Aprendendo a construir e scriptar – II ª parte

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Aprendendo a construir e scriptar – Iª Parte

Aula nº 1 sobre script

Aula nº 2 sobre script

Aula nº 3 sobre script

Aula nº 4 sobre script

Aula nº 5 sobre script

Aula nº 6 sobre script

Aula nº 7 sobre script

Aula nº 8 sobre script

Aula nº 9 sobre script

Aula nº 10 sobre script

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Desenvolvendo habilidades.

“Uma nova pesquisa sugere que longe de alienar os jovens da vira real, os mundos virtuais põem à disposição ambientes únicos que podem ajudar no aprendizado e absorção de novas situações.

Acadêmicos do projeto Inter-Life, fundado pelo Conselho de Pesquisa Social e Econômica (ESRC), desenvolveram mundos 3D que funcionam como comunidades informais, permitindo a jovens interagir e dividir atividades usando avatares.

Os avatares personagens tridimensionais, controlados pelos participantes. Os mundos virtuais oferecem a possibilidade de ambientações interativas e realísticas, que podem ir além da normalidade; assim, permitem que pessoas novas desenvolvam habilidades usadas no mundo real, como as cognitivas e organizacionais.

O projeto envolveu jovens em atividades criativas como gravações de filmes e fotografia. Os estudantes deveriam aprender a lidar com diferentes cenários do mundo (composto de ilhas privadas), além de participar da comunidade online por vários meses. No desenrolar da ideia, os pesquisadores encorajaram novas formas de comunicação, incluindo as usadas online.

O líder do projeto, professor Victor Lally, afirma: “Nós demonstramos que você pode planejar atividades com crianças e os fazer trabalhar com comprometimento, energia e envolvimento em mundos 3D, por um período de tempo significante”

O texto acima confirma a minha teoria que os mundos virtuais 3D estão além da ideia de serem simplesmente estratégias utilizadas como fuga de uma realidade muitas das vezes sofrida e difícil de aceitar. Na verdade, creio ser esse o último motivo que deveria levar as pessoas a procurarem os mundos virtuais.

Dessa forma, convido a todos a repensarem as suas posturas dentro dos mundos virtuais, visto serem eles, um vasto campo de aprendizagem em todos os segmentos de nossas vidas reais.

Não traga o seu real para o virtual, mas faça do virtual com seus aprendizados e lições, um caminho a ser testado em seu real, buscando sempre o nosso aperfeiçoamento, quiçá, nos tornando mais solidários, compreensivos, tolerantes e infinitamente mais amorosos com o outro e conosco.

Tania Lacerda.

 

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Virtualidade – O eterno vir a ser.

Nada acontece em um estalar de dedos. Sempre existirão três caminhos pelos quais qualquer realidade terá que passar para realmente existir no plano físico, material ou palpável: pensamento, sentimento e ação.

Tudo sempre começa por uma idéia, e à medida que vamos sentindo o quanto, e a forma como queremos essa idéia realizada; mais movidos somos a ação para concretizar a nossa idéia, para enfim a tirarmos do campo da ideação para o campo da realização.

Dessa forma, o nosso olhar para qualquer coisa animada ou inanimada deve passar por essas três formas de leitura.

Um recém-nascido não é um adulto hoje, mas contém em si todas as potencialidades para tal. Uma semente não é uma árvore hoje, mas contém em si todas as potencialidades para ser. Por isso, podemos afirmar sem medo de errar, que tanto o “adulto” para o recém nascido; a “árvore” para a semente, e o virtual para o real, representam a virtualidade de uma possível realidade.

Essa conscientização do “vir a ser” com certeza fará com que muitas pessoas ajam dentro dos mundos virtuais de forma mais responsável, porque o fato do seu ser estar representado por um avatar, não implica dizer que tudo é uma brincadeira sem consequências; ou que suas ações não provocarão nenhuma RE-ação. Assim como na vida real, o plantio é livre, entretanto a colheita é obrigatória.

O fato é que vive-se uma era onde as Empresas estão se tornando virtuais. E percebam, que apesar da virtualidade fluidificar mais as instituições constituídas e aumentar os graus de liberdade, isso envolve muita responsabilidade; assim como representa também, um processo inverso, pois não é mais a realidade que invade o virtual, mas o virtual saindo para o mundo real, na medida em que o real é chamado pelo virtual, seja através de um pagamento via online; uma compra efetuada em uma loja virtual etc.

Portanto, há de se repensar sobre o que representa a virtualidade e a realidade. Há de se repensar nossas posturas e atitudes nos mundos virtuais, pois apesar de não estarmos presentes, continuamos repletos de paixões e de projetos, de conflitos e de amizades. Apesar da virtualidade nos remeter a uma unidade de tempo sem unidade de lugar (interações em tempo real por redes eletrônicas), continuidade de ação apesar de uma duração descontínua (comunicação por endereço eletrônico), ela produz efeitos, sejam eles materiais, sociais, econômicos, financeiros, emocionais ou mentais.

Tania Lacerda.

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Amores Virtuais

Segundo alguns dados sobre as causas de separação ou divórcios da vida real, recaem sobre as interações afetivas nos mundos virtuais.

Nos EUA, segundo alguns especialistas no ramo de divórcios, 80% dos casos de separação originaram-se no mundo cibernético.

Na França, 50% dos casos de divórcio, aconteceram por conta das interações em redes sociais.

Todas essas informações nos levam a refletir, que devido essas marcas serem tão expressivas, deveriam ser tratadas com mais responsabilidade e importância, afinal de contas, esses dados não podem ser considerados comuns.

E dessa reflexão, nos vem o questionamento, sobre o que faz o mundo virtual ser um local tão fecundo para que esses fatos ocorram? Será que estamos tão saturados dos relacionamentos reais, e a nossa incompetência em administrá-los, nos faz optar por amores virtuais? Ou estaríamos nos sentindo tão tímidos, sozinhos, tornando a virtualidade um caminho mais eficaz, resolvendo as dificuldades e inquietudes do nosso dia a dia?

Esses questionamentos são possíveis, no entanto, não acredito poderem ser a causa.

O fato é que, nos relacionamentos no mundo real carregamos conosco ferramentas importantes que nos permitem identificar além daquilo que vemos; o que sentimos, pelo tom de voz, a medida da inteligência, da sensibilidade, do humor, enfim, temos informações reais, concretas e sensoriais.

No mundo virtual enfrentamos a ausência do concreto, pois, por mais que consigamos algumas informações reais, e isso quando cada um dos envolvidos age de forma verdadeira e sincera; o não ter a presença física do outro, nos leva ao caminho da idealização, na tentativa de preencher as informações ausentes sobre o outro. E é claro, que nesse processo, nos deixamos levar por nossos próprios desejos pessoais, e com isso, corremos o risco de criarmos uma imagem do outro daquilo que queremos para nós, e não daquilo que realmente é. Visto que abrimos um canal direto baseado em nossos sonhos, carências, expectativas, e pela nossa capacidade de fantasiar e projetar a pessoa ideal. Ou seja; os amores virtuais tornam-se o reflexo de todas as nossas ambições afetivas não vivenciadas ainda; e talvez isso explique, porque muitos desses amores são tão sedutores, arrebatadores e hipnotizantes.

Desde pequenos somos estimulados ao sonho, através dos livros infantis, das histórias de princesa e príncipes, dos famosos finais felizes, e querendo ou não, isso exerce sobre nós uma forte influência no processo de desenvolvimento de nossa psicologia pessoal.

E é bom que se ressalve, que nem a maturidade nos torna imune às viagens ao um mundo fantasioso, realizando de forma plena o poder do sonho.

A internet nos proporciona, de forma eficaz, eficiente e com muito talento, abrirmos a nossa caixa de pandora enterrada em nosso interior. E nem sempre conseguimos resistir à tentação de vivenciar um amor sem medos e desinibições ao comprometer muitas das vezes, anos de experiências e momentos não vivenciados.

Em um mundo real com tantos dissabores, onde quase sempre somos tolhidos de sermos quem realmente somos, ou de assumirmos papéis que gostaríamos de experimentar, os mundos virtuais são nossos aliados para que tudo aconteça. Resta-nos apenas sabermos diferenciar entre um e outro e nos acostumarmos, que embora um sonho pode se tornar realidade; a realidade não pode ser tratada como um sonho.

 

Tania Lacerda.

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Novo Virtual Life Brasil, em breve

Novo servidor, backup de base de dados individual para cada ilha, sendo possível agora a restauração de uma ilha a cada  3 dias passados.
Sistema Opensim 0.9.1 aprimorado por nossa equipe técnica.
Novos recursos no sistema de cobrança.
Novo site.
Bem somente mesmo após estar pronto você vai ver as inovações.
Jonny Carter

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Noções básicas sobre script – Parte I

Os scripts podem (e algumas vezes devem) ter suas funções, variáveis e eventos organizados de acordo com o estado ou comportamento desejado do objeto.

Por exemplo, podemos codificar uma porta que deve abrir e fechar ao comando do proprietário, em um único bloco de código, sem uma clara separação entre o que fazer quando estiver fechada ou aberta. Porem, uma forma clara e relativamente obvia de organizar o código, é separá-lo em o que fazer se a porta estiver aberta (estado aberto) ou fechada (estado fechado).

Podemos criar quantos estados for necessário ao nosso objeto, um estado sempre tem o seguinte esqueleto:

Nome_do_estado

{

codigo_vai_aqui;

}

Se não há necessidade de criar um estado especifico, nosso script sempre terá ao menos um estado, chamado de “default”.

O estado “default” é o primeiro a ser executado pelo objeto, quando da sua instanciação, ou inicialização. A partir dele, podemos chamar outros estados criados por nós.

Eventos

Eventos são situações a que o script está apto a responder, automaticamente, na medida em que ocorrem. Por exemplo, alguém te chama neste exato momento, sua reação é a de parar de ler este texto e atender/responder a pessoa. Você pode querer ignorar a pessoa e não responder, mas automaticamente sua atenção é desviada. Ao fato de alguém te chamar, em programação, chamamos de evento, ocorreu o evento “chamado”. Sua mente automaticamente responde a este evento com uma reação previsível. Em programação, é exatamente isto que ocorre porém, a reação a determinado evento é codificada (escrita) de acordo com a vontade e propósito do programador.

Temos alguns eventos a que podemos programar nosso objeto para responder. Sua sintaxe básica é:

Nome_do_evento( )

{

Código_a_executar;

}

Entre os ( ), logo após o nome do evento, podemos ter declarados uma ou mais variáveis, a função destas será explicada adiante.

Tentem identificar no nosso exemplo os dois eventos presentes, sendo um sem declaração de variável e o outro com.

 

state_entry()

{

}

touch_start(integer total_number)

}

{

“state_entry” e “touch_start” são nomes sugestivos de dois eventos. O primeiro é o evento que ocorre quando se entra no estado atual, quando o objeto é iniciado ou instanciado. Sua utilidade para nós é atribuir valores á variáveis, definir propriedades do objeto, entre outros. Neste script, ao evento de entrada, respondemos com uma função, que somente imprime na tela, “Hello, Avatar”.

Já o segundo evento (touch_start), como o próprio nome sugere, responde ao evento toque, que no nosso caso é o clique do mouse. Sua resposta é unicamente imprimir na tela “touched”, utilizando a mesma função usada no evento “state_entry”. Percebam que não existe “imprimir” e sim dizer algo.

Funções

Temos a nossa disposição aproximadamente 400 funções pré-definidas. Podemos também crias nossas próprias funções. Função é simplesmente o que fazer e como fazer, com relação a um objetivo especifico.

Vamos imaginar uma função chamada “tomar_banho”. O que fazer enquanto realizo esta função? Como realizar esta função. Não sei o que está pensando, mas acredito que ler um jornal, almoçar, jogar vídeo-game etc. não esteja na lista da sua função “tomar_banho”.

Perceba com isso, que (provavelmente) pensou somente em coisas relacionadas realmente ao banho. Assim é com as funções embutidas e as criadas por nós, elas servem a um propósito definido, organizadas de forma lógica.

A sintaxe de uma função criada por nos é idêntica á de eventos, o que as diferencia é que eventos são executados automaticamente, e as funções são chamadas explicitamente, ou seja, quando é conveniente que elas ocorram.

Nome_da_função( )

{

Codigo_a_executar;

}

Já as funções embutidas, podem parecer diferentes por não possuir visualmente o código a executar, mas são funções, como o próprio nome diz embutidas, o código a executar está embutido, não disponível para visualização.

Caso não tenha percebido a única função de nosso script, aqui esta ela:

llSay(0, “Hello, Avatar!”);

llSay(0, “Touched: “+(string)total_number);

A primeira chamada a esta função está no evento entrada do estado padrão, e a segunda está no evento toque (ou clique). Esta função tem dois parâmetros, sendo o primeiro um valor do tipo integer, e o segundo do tipo string). Com o primeiro parâmetro dizemos a

função em que canal dizer, e com o segundo parâmetro informamos o que dizer.

Com isso acredito que encerramos nossa dissecação deste script. Resumindo, ao anexarmos este script em um objeto, ele dirá

“Hello, Avatar”, e toda vez que o objeto for criado, ele dirá “Touched”. Nada muito interessante, mas espero que tenha compreendido como toda essa “mágica” ocorreu .

Fonte:

https://ab660eec-a-62cb3a1a-s-sites.googlegroups.com/site

 

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Como criar uma textura alpha.

O que é uma textura alpha?

Transparência em texturas em arquivos do tipo TGA e PNG, que podem ser carregadas (upload) através do seu Visualizador, que são armazenadas como uma grade de dados em uma escala de cinza é chamada de canal alfa.

Elas geralmente são usadas ​​para criar formas orgânicas, como chamas, árvores, roupas com tecido rasgado – praticamente qualquer coisa onde as dimensões visíveis do contorno do objeto são indesejáveis.

Hoje vou ensinar como criar uma textura alpha, assista o vídeo e crie as suas!

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Como criar uma tatuagem

Assista o vídeo abaixo e aprenda como criar uma tatuagem:

O link da página para baixar os templates em psd. é:

http://www.robinwood.com/Catalog/Technical/SL-Tuts/SLPages/AVUVTemplates.html

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Criando uma porta no VL.

Crie um objeto (prim) e edite-o para termos um formato de porta.

Na aba Objeto edite para:
Tamanho (metros):
X = 0.200
Y = 3.000
Z = 3.000

Recorte Inicio e Final:
I = 0.055
F = 0.375

 

Na aba Conteúdo crie um novo script e renomeie para Script Porta.

Copie o Script a baixo e cole dentro deste arquivo.

// Início Script

float delay = 10.0;
float direction = 1.0;
float volume = 0.5;

key open_sound = “cb340647-9680-dd5e-49c0-86edfa01b3ac”;
key close_sound = “e7ff1054-003d-d134-66be-207573f2b535”;

default {

state_entry() {
state open;
}
}

state closed {
state_entry() {
llTriggerSound(close_sound, volume);
llSetRot(llEuler2Rot(<0,0, direction * PI_BY_TWO>) * llGetRot());

}
touch_start(integer total_number) {
state open;
}
collision_start(integer total_number)
{
state open;
}

timer()
{
llSetTimerEvent(0.0);
}
}

state open {
state_entry() {
llTriggerSound(open_sound, volume);
llSetRot(llEuler2Rot(<0,0, direction * PI_BY_TWO>) * llGetRot());

llSetTimerEvent(delay);
}

on_rez(integer start_param) {
state closed;
}

touch_start(integer total_number) {
state closed;
}
collision_start(integer total_number)
{
}
timer()
{
llSetTimerEvent(0.0);
state closed;
}
}

// Final Script

Após isso feito salve seu script.

Agora salve esta textura em seu computador e leve-a para o VL para aplicarmos como teste em nossa porta:

Textura Porta

Lembre que, você poderá trocar a textura da porta conforme sua necessidade esta textura é apenas para teste caso você não possua nenhuma textura em seu inventário.

Na aba Textura, clicando no quadrado em que diz Textura, você poderá encontrar a textura que trouxemos para o VL, na janela que abrir digite Textura Porta, selecione-a e a seguir vá ao botão Selecionar.

Para equalizar sua textura fique atento que você terá várias faces da porta:
Frente, traz, lado direito, lado esquerdo, cima e baixo.
Vamos aos valores destas imagem para melhor apresentação da porta.

Ainda na Aba Textura, marque editar textura e clique na face da frente da porta, vamos inserir os seguintes valores onde diz Repetir por Face.
Na face da frente:
Horizontal (U) = 1.000
HorizoVertical (V) = 1.000

Na face de traz de sua porta:
Horizontal (U) = 2.000 (marque o Flip)
HorizoVertical (V) = 1.000
Deslocamento:
Horizontal (U) = 0.500
HorizoVertical (V) = 0.000

Nas demais faces: (laterais superior e inferior)
Remova a textura e aplique uma cor sólida no meu caso usei a cor Preta.

Pronto, temos nossa porta construida e pronta para uso, renomeie este objeto para Porta, e deixe com as opções Copiar e Modificar, assim você poderá fazer várias copias desta porta e aplicar conforme suas necessidades, para fazer a porta abrir no outro sentido, basta rotacioná-la na vertical em 180º Graus.

Espero que esta dica tenha ajudado vocês.

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